A informação é inestimável

(English)

Há uma semana atrás, Edith Hagenaar (holandesa, autora e editora: www.sunshineforthesoul.nl, www.palaysia.com) esteve numa reunião com Byron Katie. Nesse dia, Edith foi para casa com mais algumas pérolas da sabedoria de Katie. Dessas pérolas ela compartilha o seguinte e eu tenho muito gosto em compartilhar contigo porque concordo totalmente com o fato de que a informação é inestimável:

“A informação é inestimável”, disse Katie na semana passada. Vou te dizer como vejo isso, mas Katie diria: “Convido-te a meditar sobre isso, contigo mesmo, a descobrires por ti próprio se é verdade”.

O meu ponto de vista é o seguinte: o nosso pensamento é inteligente, eficiente e acima de tudo sempre igual. Mas na verdade o nosso pensamento é um monstro preguiçoso, egoísta e meio cego que se contenta com informações incorretas para fundamentar um julgamento ou uma decisão. Isso é em parte lógico:

se tivéssemos que examinar uma cadeira cada vez, antes de nos atrever-nos a sentar nela, pouco aconteceria num dia.

Mas, no trânsito da relação humano, a não-investigação, ou por outras palavras, a interpretação da situação, muitas vezes causa pensamentos dolorosos: “Ele não me ama”, ou “não sou apreciado”, ou “ela arruinou tudo pela maneira como ela lidou com isso”, e assim por diante. Em resumo, quase sempre temos informações inadequadas sobre a outra pessoa (porque lançamos os nossos próprios julgamentos, sobre ela). Se temos todas as informações, de todas as perspectivas, chegamos a “insights” surpreendentes e mais do que isso, chegamos à paz.

Com esta afirmação Katie quer nos mostrar que o valor da informação completa é inestimável – porque a paz não está à venda, ela só pode ser obtida através do reexame de cada situação. O Trabalho (as quatro perguntas e a reversão) é uma ferramenta incrivelmente poderosa: é como uma fórmula matemática que, ao preenchê-la, garante que tu análises cada situação de todas as perspectivas. Só então tu poderás ver quanta informação ignoras em primeira instância.

As quatro perguntas para investigar um pensamento são:

  1. Isso é verdade?
  2. Tu podes saber com absoluta certeza que isso é verdade?
  3. Como reages, o que acontece, quando tu acreditas neste pensamento?
  4. Quem serias sem este pensamento?

Clique aqui se tens interesse em ler mais sobre O Trabalho!

Boas ferias e até setembro.

O céu azul

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(English)

A minha espreguiçadeira na beira da piscina está metade no sol e metade na sombra. Há uma brisa fresca, o sol da manhã ganha força, a água murmura e o céu é azul profundo. Nenhum avião à vista. Nenhuma nuvem no ar. Eu olho aquele azul profundo até entrar nele. Me sinto tão quieto como o céu e tão imóvel. Nada pode me tocar.

Suponha que a verdadeira natureza do homem seja o céu azul, então as nuvens, grandes, pequenas, brancas ou cinzas, são os pensamentos que flutuam não-solicitados e sempre adiante. Eles não são permanentes. As nuvens passam como pensamentos. Exceto por esse pensamento com o qual tu te conectas inconscientemente. Imediatamente demora e causa desconfortos.

Leva-te para longe da única realidade que existe: o aqui e agora.

Na verdade, a nossa verdadeira natureza é como o céu: constante e intocada. Até uma nuvem não tem influência sobre a nossa natureza. Mas sim sobre a nossa maneira de viver a vida.

Assim que percebo que há um desconforto em mim, sei que permaneci em uma nuvem e, assim, assumo um pensamento não-investigado como a verdade. Para entender a causa desse desconforto, me faço várias perguntas. Estes três por exemplo:

1. Este pensamento é sobre algo que está realmente presente aqui e agora?

2. Isso é bom, amoroso e compassivo?

3. Isso é necessário? É essencial para a felicidade do homem e do planeta e é necessário para a minha sobrevivência?

Tenho certeza que a tua resposta é 3 x não. A realidade é sempre mais amigável do que qualquer pensamento ou crença. E se a tua resposta for 3 x não, tu sabes que viu uma mentira pela verdade.

Eu sou o céu azul e alerta para todas as nuvens, embora elas sejam tão pequenas.

Obrigada Eduardo, Heidi, Marian, Maria, Ana Paula e Karin para participar no Sinergia Encontro de hoje domingo 22 de julho 2018.

Tu és um explorador

Sinergia Encontro em domingo – 8 de julho de 2018

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(English)

Um homem é um explorador do coração e da mente. As descobertas que fazemos no caminho são chamadas de acordar que nos tornam mais conscientes do que pensamos e porque atuamos. Esta consciência crescente trará paz de coração e mente e, finalmente, ao mundo.

Para mim não há mais nada para a vida.

Explorar e descobrir vai muito mais rápido quando em um grupo. Acho que seja por isso que nós – homens – somos capazes de socializar. Precisamos do outro para tornar nos consciente de quem somos. Depois experimentar essa sinergia, tu sabes que isso é o caminho mais rápido para a paz interior e para o mundo.

Ontem nós estávamos com quatro exploradores. Um era totalmente novo para essa maneira de explorar. Mais uma vez, alguns insights surpreendentes surgiram. E mais uma vez a prova foi que todos nós lutamos com um e os mesmos “inconvenientes”. E, que o movimento físico e a meditação são meios para entender a mente e perceber estes ‘inconvenientes”.

Obrigado Lina, Karin e Nuno por esta grande experiência.

Espero ver todos vocês no encontro de sinergia do próximo domingo em

22 de julho de 2018 às 10:00 h na Quinta Os Chões.